terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Justiça

 






"A 
hora 
da
 Justiça
não
soa
nos
 relógios
deste
 mundo".

Autor desconhecido.
Desde a inscrição
solar
na igreja de Tourette-sur-Loup.




sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Viamão Rural


 



Tese de Doutorado

Assentamento Filhos de Sepé (Tiaraju)

Viamão

RS


Abaixo o link

Para ler a tese de doutorado no 

LUME

UFRGS


https://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/204086/001109688.pdf?sequence=1&isAllowed=y

Viamão

 




Viamão



Há dois viamões: o urbano e o rural (ambos formalmente desencantados e materialmente encantados).

Há dois tipos de viamonenses: aquele que vive na cidade e o que vive no campo. A questão relativa ao “desencantamento do mundo”, segundo Pierucci, de ordem da sociologia weberiana, não vai ser desenvolvido neste pequeno texto (talvez no próximo).

O fato é que sabemos pouco sobre Viamão. O pouco que acumulamos nas décadas passadas está escrito no  livro: Viamão (Segue o link no final). Porto Isabel e a Cidade de Santa Isabel são o nosso “prato predileto”. Portanto, sobre essa matéria há muito a dizer. São vários livros construídos ao longo dos anos de vivência no Vale. Veja os links disponibilizados ao redor do “planeta”.

Abrimos esta página, pois a capital velha vive momento único e historicamente singular (para o leigo, foca na expressão inusitada). Não se refere apenas ao pleito eleitoral suplementar. As forças que atuam no campo e na cidade vão definir a eleição. Os candidatos (e as candidaturas) são instrumentos das forças potentes e latentes. O processo está em curso e não há (ainda) vitoriosos e derrotados. 

As pessoas tem dificuldade em entender a tese: A Cidade de Santa Isabel. Vamos tentar novamente.

01

A “jurisdição” do Lago é distinta da “jurisdição” do outeiro (Detalhe: há novidades no Direito Constitucional);

02

Ao que tudo indica, a Cidade de Santa Isabel vai (mais uma vez) decidir a eleição (para o bem ou para mau). E não estamos a referir (apenas) a densidade dos colégios eleitorais (aqui e acolá);

03

A maior festa popular brasileira já começou (saudades do Recife).

A descida da Borges? 

A descida da Aparecida versos o enlevo da Matriz. 

O Bará do Mercado?

Os canteiros da Liberdade remetem para a fonte d'água - Praça Santa Isabel.

Enfim, não há como concluir o enlevo sem a poesia nossa de cada dia:

De Outrem:

 “Se eu ousar

 catar

 na superfície de qualquer

 manhã

As palavras de um livro

Sem final, sem final

Sem final, sem final, final”,

Falcão (O Rappa)



Da pŕopria lavra: 


Viamão      V I V O



Viamão

vIve

Ad eternum - Sistema

Misto de ordinário - extraordinário

A região rural comunica

cOm o urbano



e

mistura de Mitos (de origem)

Farrapa

Indígena

Cristã

Afro-brasileira

(...)



O Produto?

Relações típicas (típico-ideal Weber)

uma sociabilidade caótica

uma legislação anárquica (Vide lei orgânica).

Na antropologia -

Homens com cabeça de animais

e

Animais com cabeça de (...).

Chegou o Circo (há quem diga que vai desabar)



A quadra do vinte e seis está apenas iniciando, porém já há notícias de 

Tornados

Vendavais

Chuva de granizo

Frio e Calor

Sol e chuva

Arco iris.



Feliz do porto (Porto Isabel)

onde 

atracam a arte.

a_t_r_a_c_a

A Arte

A filosofia

A magia 

(Vide as janelas de ar - Ramil)



Link para o livro
Viamão

https://acidadedesantaisabel.blogspot.com/p/raizes-de-viamao.html

Bundesverfassungsgericht

 

Alemanha altera a Constituição para fortalecer o Tribunal Constitucional

Karina Nunes Fritz

terça-feira, 14 de janeiro de 2025



 https://www.migalhas.com.br/coluna/german-report/422875/alemanha-altera-a-constituicao-para-fortalecer-o-tribunal


quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Diário



 


    Diário

    A Vida sem escrever um diário é como uma existência sem ar. Vive, mas não vive (efetivamente).

     Você já escreveu a página do seu diário hoje?

    Acordei e escrevi uma carta para um amigo.

    Amigo de longa data que já recebeu, pois fui pessoalmente até a caixa do Correio. Até porque a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos sucumbiu. Uns dizem que foi a política internacional, enquanto outros dizem que foi a "Guerra". Enfim, eu não sei o que realmente aconteceu. Sei que não existe mais EBCT.

    E por falar em saudade, o atendimento foi péssimo, quando coloquei um envelope dentro de um envelope maior, a fim de enviar para a "afilhada da Madrinha". Cheguei no balcão e falei: Boa tarde! Por gentiliza, uma Carta Simples. O funcionário apalpou, olhou, cheirou e perguntou: O que o senhor está enviando aqui? Respondi: Trata-se de um envelope dentro de um envelope (maior). Se o senhor quiser, pode abrir. A face enrugada responde do funcionário: Não! Não é necessário! 

    Fiquei incomodado, diante da visível vontade limitada do atendente. Agora está tudo resolvido: a empresa faliu, a agência fechou, o funcionário purgou. No entanto, perdemos o direito de enviar cartas. E como é bom escrever, dobrar a folha, sentindo a textura do papel. Fechar o envelope, pensando sobre a cola: bastão ou tradicional? Sentindo a resposta (não escrita). Diário (perdi o foco).

    Eu falava sobre os "Cadernos do Carcere". Havia dito: A Vida sem escrever um diário é como uma existência sem ar. Vive, mas não vive (efetivamente).

     Você já escreveu a página do seu diário hoje? Fui para a carta e voltei. Contudo, necessito de paciência do meu interlocutor. Mais uma preliminar de mérito: Quantos livros você já leu em vinte em seis? 

    Estou lendo um livro muito importante. Eu acho que é o vigésimo de 26, considerando todas as bases. Física papel e demais. Também considerando todos os tipos de leitura: linear, não linear, estruturada, mitigada, integral, parcial, focada, puro enlevo, etc. Já passamos de vinte, com certeza. Eu não contei, pois tem as releituras, as leituras da madrugada, os audio books, e-books, as experiências oníricas de leitura, enfim. Não importa a quantidade, pois é a relação com a obra e o autor que vai marcar a vida do leitor.

    O fato é que só escreve e vive a escrita aquele que lê: o consumidor de livros (base física papel), o amante da literatura. Quem não lê, não escreve e há os que dizem que escreve e não escrevem, efetivamente. Compram, recortam e colam, corrompem a vontade alheia e usurpam o poder criativo do criador (que as vezes também é vendedor da sua própria expressão criativa). Esta área da economia gera muita riqueza. Vamos a obra a que me dedico na presente manhã.

    Título: Criação. Autor: J. F. Rutherford. Impresso nos Estados Unidos da América. Não há ficha catalográfica e o editor diz no prefácio:

"É com prazer que o editor apresenta ao povo mais um livro escrito pelo Juiz Rutherford. É provavel que os livros de nenhum outro homem da terra tenha maior circulação. Este livro foi publicado a fim de que o povo possa compreender melhor a sua posição perante o grande criador. (...)"

    Vejam: O interessante é que o título é criação, mas, desde o início, eu olhava a capa azul em alto relevo e via a palavra oração. Eu não sei a razão de ler algo ali que não configura com a grafia. Talvez porque o livro versa sobre o criador (Jeová) e a sua criação. A Terra (o planeta) é vista como um sistema anular, onde figura uma imagem do planeta (Pagina 31) muito interessante. O livro é ricamente ilustrado com personagens bíblicos, obras de arte do medievo, etc. Eu amo obras ilustradas. Eu fico ali por um bom tempo. As imagens me fascinam. Penso que muitos dos "equivocos grafados". São apenas imagens que viraram textos. Estudando psicologia e neurologia, recentemente descobri porque isso ocorre, mas não vem ao acaso. 

    A página noventa e nove é dedicada para a "Degeneração" e expõe outra imagem muito interessante do planeta Terra. Na sequência, leio: "Um abismo chama outro abismo, ao ruido das tuas catadupas; todas as tuas ondas e vagas tem passado sobre mim". Salmo 42:7

    Falo desta leitura, pois ela remete para a carta ao amigo referido no topo deste "edifício". A situação trabalhada na carta, o contexto vivido e os textos que nos rodeiam propõe uma reflexão sobre o vinte e seis. As notícias não são boas e há quem diga que o número onze cerca os doze meses do vinte e seis. Ainda há referência a Gênesis 8:1 Provérbios 8: 27-29 Mas nós viemos aqui para beber (ler) ou para conversar (escrever)?

    O nosso interlocutor é um homem inteligente e vai entender a mensagem. Creio na sua sensibilidade de gestor público e de artista, mas não creio num final feliz para a "Guerra". E por falar em guerra: Escobar disse na série televisiva, certa feita, que produzia a guerra, buscando a paz e o final da história não foi feliz. Eu não consegui assistir a integra do último capítulo, pois é muito triste. Creio que não há final feliz para nenhum tipo de guerra. Portanto, acredito que o mais sensato é semear palavras, cultivar doutrinas, escrever textos (autorais) e regar diários.

    A Vida sem escrever um diário é como uma existência sem ar. Vive, mas não vive plenamente e efetivamente (Sempre que uso essa expressão lembro do professor V. B.). Escrevo mais de um, pois o que vivo (Pão e água) é intenso e transborda a pena (grafite 6B) e enxarca o papel. Por vezes, não escrevo, apenas leio (rumino), páginas antigas de diários obsoletos que ainda respiram. As palavras geram imagens e fico a contemplar as "janelas de ar" (Ramil) e a desejar o bom e o melhor para os meus. Vale.

       Prometo voltar à realidade na próxima cena (texto), quando devemos voltar para o cotidiano do Estado de Direito. Você viu o que andam a publicar por ai? Estão a dizer que o código de conduta do tribunal alemão, que prima pela transparência e ética, tem servido de inspiração para propostas de regulação interna no Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil, especialmente no que tange à conduta dos magistrados. Puxa vida, isso é importante. O Velho Weber permanece conosco e isso é bom!


Escrevi logado. É horrível!

Tive que voltar várias vezes.

Edita

Edita

Edita

Guerra das letras

da tecnologia


     

Re editei em 24 de janeiro de 2026.